A Shein busca uma avaliação de US$ 40 bilhões a US$ 50 bilhões em sua oferta pública inicial em Hong Kong. O valor fica abaixo dos US$ 64 bilhões atribuídos à empresa em uma rodada privada de 2024.
O prospecto mostra que a receita avançou 8% em 2025, para US$ 41,8 bilhões, enquanto o lucro líquido caiu 38,7%, para US$ 2,06 bilhões. No primeiro trimestre de 2026, a empresa registrou prejuízo de US$ 99 milhões.
A plataforma enfrenta custos comerciais maiores, fiscalização regulatória e concorrência intensa. O fim da isenção americana para remessas de baixo valor prejudicou vendas e elevou despesas, levando a companhia a considerar novos aumentos de preços.
O desempenho pressiona a narrativa de que a Shein deve ser avaliada como uma plataforma tecnológica de hiper crescimento. Investidores agora observam logística, margens operacionais e exposição a regras de comércio internacional com o mesmo peso dado ao software e aos dados.
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