A Sila recebeu compromisso condicional de empréstimo de até US$ 1,4 bilhão do Departamento de Defesa dos Estados Unidos. O dinheiro será usado para ampliar a fabricação doméstica de ânodos de silício-carbono e células de íons de lítio.

Parte dos recursos financiará a expansão da fábrica de Moses Lake, no estado de Washington. A empresa também pretende construir capacidade para células especializadas utilizadas em drones industriais, agrícolas e militares.

O projeto se soma a uma rodada privada de US$ 300 milhões obtida no mês anterior. Para o governo americano, a ampliação reduz a dependência estrangeira de componentes críticos e fortalece cadeias ligadas a armazenamento de energia, computação e defesa.

Ânodos com maior participação de silício prometem armazenar mais energia, mas exigem controle de expansão do material, durabilidade e processo industrial. O financiamento busca atravessar justamente a distância entre resultados de laboratório e produção em grande escala.

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