A Lumilens levantou mais de US$ 700 milhões em uma rodada de investimento que avaliou a empresa em US$ 5,51 bilhões. A startup desenvolve equipamentos ópticos e de rede para transportar mais dados dentro de grandes centros computacionais com menor consumo de energia.

A companhia já entrega produtos para um dos quatro maiores operadores globais de infraestrutura em nuvem em um contrato de vários bilhões de dólares, embora não tenha revelado o cliente. O novo capital será usado para ampliar engenharia e fabricação.

O desafio que impulsiona o negócio deixou de ser apenas comprar aceleradores. Milhares de processadores precisam trocar dados com baixa latência e sem transformar a rede ou o consumo elétrico em gargalos do cluster.

Para arquiteturas de dados, isso reforça a importância de medir comunicação entre nós, localização das cargas e volume transferido. Adicionar capacidade de processamento sem revisar topologia, largura de banda e padrões de acesso pode produzir infraestrutura cara e subutilizada.

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