Um ex-funcionário da SK Hynix foi condenado a 18 meses de prisão por divulgar informações classificadas sobre fabricação de semicondutores a uma empresa chinesa. O Tribunal Superior de Seul manteve a sentença anterior no julgamento do recurso.
O material envolvia sensores de imagem CMOS usados em câmeras de smartphones e notebooks. Segundo a agência Yonhap, o vazamento ocorreu em 2022, quando o funcionário trabalhava no escritório da fabricante de chips na China.
A investigação concluiu que documentos com segredos comerciais foram baixados do servidor interno e depois impressos ou fotografados, contrariando as regras de segurança da companhia. Parte das informações chegou a ser incluída em um currículo enviado a outra empresa.
O episódio evidencia um risco que controles tradicionais de acesso não resolvem sozinhos: usuários autorizados podem retirar propriedade intelectual por canais aparentemente comuns. Impressão, fotografia de tela, exportação e uso de informações em processos seletivos precisam entrar nos modelos de ameaça.
A defesa mais eficaz combina privilégio mínimo, marcação de documentos, prevenção contra perda de dados e alertas comportamentais. Também exige processos de desligamento e mobilidade internacional que protejam segredos sem transformar todo funcionário em suspeito.
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