A Amgen informou que invasores roubaram dados corporativos e informações de saúde de pacientes armazenadas em um serviço de nuvem operado por terceiro. A companhia concluiu em 29 de julho que o episódio era relevante e tornou a ocorrência pública enquanto a investigação forense continua.

Além dos registros médicos, a análise considera a possibilidade de exposição de propriedade intelectual e dados ligados a pesquisa e desenvolvimento. Até agora, a empresa não identificou efeito sobre produtos, fabricação ou seus sistemas de informação financeira.

O incidente reforça um problema recorrente: terceirizar armazenamento não transfere a responsabilidade sobre os dados. A organização ainda precisa conhecer onde cada informação está, como é cifrada, quem pode acessá-la e quais sinais de uso anormal são monitorados.

Contratos de nuvem devem prever notificação rápida, retenção de logs e apoio à resposta a incidentes. Dados clínicos também exigem separação por finalidade, acesso mínimo e revisões periódicas das permissões concedidas a fornecedores.

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